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Fora do poder e praticamente falido, PT quer ver os filiados bancando o caixa do partido

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Fora do poder e praticamente falido, PT quer ver os filiados bancando o caixa do partido

O comando do PT quer ver os filiados bancando o caixa do partido. Em evento virtual na quinta-feira, 10, a presidente nacional da legenda, a deputada federal Gleisi Hoffmann, e os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff lançaram o movimento chamado de “Financiamento Militante.”

Conforme o nome sugere, a novidade petista se trata de formato de financiamento coletivo. De acordo com o material divulgado pelo site oficial da sigla, a iniciativa se propõe a “criar uma espécie de sócio-torcedor para facilitar a independência financeira do partido.”

Nenhuma liderança petista detalhou, no entanto, de qual forma se daria essa independência. Mesmo fora da máquina pública federal desde que Dilma sofreu impeachment em 2016, o PT receberá R$ 200 milhões neste ano. Valor que, a saber, compõe o Fundo Eleitoral ao qual a legenda de esquerda tem direito.

Fora do poder
Gleisi Hoffmann chegou a discursar na live que marcou o lançamento do “Financiamento Militante” do PT. Apesar de contar com uma das maiores fatias do Fundo Eleitoral, a dirigente afirmou que o dinheiro que o partido recebe atualmente não é suficiente. Ela fez questão de enfatizar que o dinheiro se faz necessário para o caixa da sigla.

Para financiar a cúpula da legenda
PT pagava bons salários para figuras como Lula o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e o ex-ministro Gilberto Carvalho. Conforme destacado na ocasião, somente o ex-presidente da República ganhava mais de R$ 20 mil por mês. Valor que pode começar a ser pago por meio do “Financiamento Militante.”

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